terça-feira, janeiro 25, 2022
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Hospitais de Beirute, no Líbano, vivem situação crítica após explosão e aumento nos casos de Covid-19


Ministro da Saúde libanês defende lockdown de duas semanas para conter demanda por atendimento após alta nos registros do novo coronavírus. Área infantil de hospital em Beirute, no Líbano, ficou destruída após megaexplosão, em foto de 5 de agosto
STR/AFP
Hospitais de Beirute estão em situação crítica com o aumento no número de casos de novo coronavírus no Líbano, informou o ministro interino da Saúde, Hamad Hassan, nesta segunda-feira (17). A capital libanesa também lida com a destruição causada pelas explosões no porto da cidade, em 4 de agosto, o que piora o caos no sistema de saúde.
Em entrevista à rádio ‘Voice of Lebanon’, Hassan disse que o Líbano deveria entrar em um “lockdown” — ou seja, interromper atividades por duas semanas. O Ministério da Saúde do país registrou um recorde de 456 novas infecções nesta segunda-feira, com duas mortes, elevando o número acumulado de casos para 9.337 desde fevereiro, com 105 mortes.
“Hoje, declaramos um estado de alerta geral e precisamos de uma decisão corajosa para fechar o país por duas semanas”, disse Hamad Hassan.
Barracas montadas como hospitais de campanha em Beirute, no Líbano, após megaexplosão destruir unidades de saúde
Joseph Eid/AFP
O ministro faz parte do governo de Hassan Diab, que pediu renúncia depois que os protestos que voltaram às ruas impulsionados pelo incidente em Beirute. Segundo ele, o sistema de saúde libanês está “à beira do abismo”.
“Os hospitais públicos e privados da capital dispõem de uma capacidade de atendimento muito limitada, em número de leitos de UTI ou de respiradores”, advertiu o ex-ministro Hassan.
“Estamos à beira do abismo, não podemos permitir o luxo de perder mais tempo”, completou.
Explosão e caos no Líbano
Local da explosão no porto de Beirute, no Líbano, em foto de 17 de agosto
Alkis Konstantinidis/Reuters
O Líbano, já profundamente em crise financeira, estava combatendo um pico da Covid-19 antes da explosão, em 4 de agosto, que matou pelo menos 178 pessoas, destruiu regiões da capital e levou o governo a renunciar.
A explosão do armazém danificou muitos hospitais e os sobrecarregou com mais de 6 mil feridos. O incidente colocou cerca da metade dos 55 centros médicos de Beirute fora de serviço, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na semana passada.
Câmeras de segurança registraram o momento em que a megaexplosão atingiu um hospital de Beirute a cerca de dois quilômetros do porto. Veja no VÍDEO abaixo.
Câmeras de segurança flagram momento em que explosão atinge hospital em Beirute
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