quarta-feira, dezembro 1, 2021
Início Economia Dólar abre perto da estabilidade após 4 altas seguidas

Dólar abre perto da estabilidade após 4 altas seguidas


Na quarta-feira, moeda norte-americana fechou em alta de 2,16%, a R$ 5,5864. Notas de dólar
Gary Cameron/Reuters
O dólar abriu com pequenas variações nesta quinta-feira (24), em meio a persistentes dúvidas sobre a recuperação da economia global, enquanto preocupações fiscais domésticas continuavam no radar.
Às 9h10, a moeda norte-americana caía 0,02%, a R$ 5,5854. Veja mais cotações.
Na quarta-feira, o dólar fechou a R$ 5,5864, com avanço de 2,16%, marcando a quarta sessão seguida de alta. Com o resultado, a moeda passou a acumular alta de 1,92% no mês. No ano, a alta chega a 39,32%.     
BC divulga redução dos investimentos internacionais no Brasil e contradiz Bolsonaro
Cenário local e externo
No exterior, os investidores aguardam a divulgação de dados sobre pedidos de auxílio-desemprego nos EUA, em meio a evidências de uma desaceleração da recuperação econômica diante da pandemia de coronavírus e avanço de novos casos de Covid-19.
O Banco Central Europeu alertou nesta quinta que o desemprego continuará a aumentar na zona do euro e que há pouco espaço de alta na demanda por bens de consumo no curto prazo.
Por aqui, o Banco Central (BC) revisou sua projeção para o tombo da economia brasileira em 2020 e passou a estimar uma retração de 5% no Produto Interno Bruto (PIB), ante previsão anterior de tombo de 6,4%. Sobre a taxa básica de juros (Selic), que está na mínima histórica de 2% ao ano, o BC informou que o “espaço remanescente para utilização da política monetária [novos cortes de juros], se houver, deve ser pequeno”.
Além das dúvidas sobre o ritmo de recuperação da economia no Brasil e no mundo, o patamar extremamente baixo da Selic, preocupações com a saúde das contas públicas brasileiras e incertezas políticas também são apontados por analistas como os principais fatores para a disparada do dólar em 2020.
“Atravessamos um momento de aversão ao risco, determinada pela retomada do contágio pela Covid-19 em países e regiões e pela percepção de que será preciso fazer mais em termos de política monetária, mas principalmente na política fiscal. Tudo isso relacionado com as incertezas reinantes e assimetria na retomada da recuperação econômica. No Brasil, mais ainda por conta do quadro fiscal grave que exige muita determinação em fazer ajustes na economia, prejudicado por um Congresso que vai parando pelas eleições e um governo que flerta perigosamente com o populismo”, avaliou Alvaro Bandeira, sócio e economista-chefe do Modalmais.
BC estima entrada de US$ 50 bi em investimentos estrangeiros em 2020, menor valor em 11 anos
Crise de governança ambiental pode intensificar fuga de capital estrangeiro do Brasil
Variação do dólar em 2020
G1
Assista: últimas notícias de economia

- Advertisment -

Nordeste sustenta abastecimento de eletricidade no País

A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021 São...

Geração dos ventos torna-se aliada contra a crise de energia do...

A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021 São...

Fonte eólica ganha confiança do mercado e torna-se aliada fundamental para...

A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021 São...

Energia eólica contribui para mitigar impactos da crise energética no Brasil

São Paulo, setembro de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise...

Nordeste sustenta abastecimento de eletricidade no País

São Paulo, setembro de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise...