quinta-feira, setembro 16, 2021
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Eólicas sustentam abastecimento de energia do Brasil

A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Geração dos ventos torna-se aliada contra a crise de energia do País

A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Geração dos ventos torna-se aliada contra a crise de energia do País

A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

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Frederico Sanches Resende da GES Logística participa de projeto de abastecimento energético em Rio Verde (GO)

Dados do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) apontam que o fornecimento de energia elétrica é um problema comum em todo o Brasil, sendo que as regiões Norte e Centro-Oeste são aquelas onde a qualidade do serviço prestado é menos adequada. Uma das razões são as sensíveis diferenças do padrão de rede, da infraestrutura e das características de atendimento, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

No entanto, para os 84 mil moradores da região de Rio Verde, em Goiás, este problema em breve fará parte do passado. E mais uma vez a GES Logística, sob a liderança de Frederico Sanchez Resende, tem participação em um importante projeto de abastecimento energético, que é a construção da Subestação Ipê, em Rio Verde.

Segundo o CEO da GES Logística no Brasil, Frederico Sanches Resende, a principal atuação da empresa na construção da subestação foi por meio da logística door to door, além de todo o trabalho projetado visando a finalização do “linhão” de transmissão de energia, de forma ágil e eficiente. 

“Foi uma operação detalhada e repleta de etapas, que demandam tempo e muita dedicação para o acompanhamento. Isso sem contar toda a tecnologia de que dispomos, o que faz muita diferença quando aliada ao nosso conhecimento e experiência de operações”, destaca Frederico Sanches Rezende.

A construção da nova subestação em Rio Verde, prevista para ser entregue ainda este ano, contou com investimento de R$ 13,3 milhões da Enel Distribuição Goiás. Serão dois transformadores de 25 MVA cada, o que acrescentará 50 MVA de potência ao sistema elétrico da região, tendo capacidade para fornecer energia para 50 mil residências. Também estão sendo construídos 46,1 quilômetros de redes de distribuição, que levam a energia da subestação para a população atendida.

Para Frederico Resende, participar desse importante projeto é mais um motivo de orgulho para a GES Logística. “A região de Rio Verde é uma das mais ricas e produtivas do estado de Goiás. É crescente a demanda de energia naquela localidade, e a Subestação Ipê irá supri-la. É muito gratificante fazer parte de mais um projeto voltado à melhoria do fornecimento de energia”, afirma.

Frederico Sanches Resende da GES Logística participa de projeto de abastecimento energético em Rio Verde (GO)

Dados do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) apontam que o fornecimento de energia elétrica é um problema comum em todo o Brasil, sendo que as regiões Norte e Centro-Oeste são aquelas onde a qualidade do serviço prestado é menos adequada. Uma das razões são as sensíveis diferenças do padrão de rede, da infraestrutura e das características de atendimento, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

No entanto, para os 84 mil moradores da região de Rio Verde, em Goiás, este problema em breve fará parte do passado. E mais uma vez a GES Logística, sob a liderança de Frederico Sanchez Resende, tem participação em um importante projeto de abastecimento energético, que é a construção da Subestação Ipê, em Rio Verde.

Segundo o CEO da GES Logística no Brasil, Frederico Sanches Resende, a principal atuação da empresa na construção da subestação foi por meio da logística door to door, além de todo o trabalho projetado visando a finalização do “linhão” de transmissão de energia, de forma ágil e eficiente. 

“Foi uma operação detalhada e repleta de etapas, que demandam tempo e muita dedicação para o acompanhamento. Isso sem contar toda a tecnologia de que dispomos, o que faz muita diferença quando aliada ao nosso conhecimento e experiência de operações”, destaca Frederico Sanches Rezende.

A construção da nova subestação em Rio Verde, prevista para ser entregue ainda este ano, contou com investimento de R$ 13,3 milhões da Enel Distribuição Goiás. Serão dois transformadores de 25 MVA cada, o que acrescentará 50 MVA de potência ao sistema elétrico da região, tendo capacidade para fornecer energia para 50 mil residências. Também estão sendo construídos 46,1 quilômetros de redes de distribuição, que levam a energia da subestação para a população atendida.

Para Frederico Resende, participar desse importante projeto é mais um motivo de orgulho para a GES Logística. “A região de Rio Verde é uma das mais ricas e produtivas do estado de Goiás. É crescente a demanda de energia naquela localidade, e a Subestação Ipê irá supri-la. É muito gratificante fazer parte de mais um projeto voltado à melhoria do fornecimento de energia”, afirma.

Frederico Resende fala sobre satisfação de participar de projetos voltados à sustentabilidade

A última década foi de crescimento na indústria de energia fotovoltaica. Cada vez mais a demanda por estruturas voltadas à geração própria de energia vem aumentando, tendo em vista diversos fatores, como o custo reduzido e a questão ambiental.  
No exterior, empresas do setor de logística chegam a definir metas quantificáveis de projeção do clima, visando a redução da emissão de carbono na atmosfera. Para o diretor geral da GES Logística no Brasil, Frederico Sanches Resende, isso demonstra que o compromisso do setor com a preservação do meio ambiente vem sendo cada vez mais consolidado.
 
O serviço de logística para a indústria de energia solar
 
O crescimento da indústria de energia solar abriu um novo nicho de trabalho para o segmento de logística. No entanto, segundo Frederico Resende, é preciso que estes prestadores de serviço estejam preparados para atender as necessidades deste setor. “Previsão de logística, planejamento, design de embalagem e a otimização de contêineres são apenas algumas das maneiras como é possível ajudá-los a reduzir seus custos e torna-los mais eficientes”, diz.
Ainda segundo o diretor da GES Logística, com experiência adequada e entendimento dos requisitos da indústria solar é possível implementar as melhores práticas, desde o envio de matéria-prima e componentes, até a entrega módulos solares. “Isso significa ajudá-los a reduzir custos e aproveitar ao máximo as oportunidades, seja qual for o tamanho do negócio.
Frederico Sanchez Resende destaca a participação da GES Logística na construção, em 2016, do parque solar Lapa, localizado em Bom Jesus da Lapa, Bahia. Composto por duas usinas com capacidade total de 158 MW, é considerado o maior parque solar do País. 
“O projeto foi concluído com mais de dois meses de antecedência do prazo estabelecido pelas regras do Leilão de Energia de Reserva. Temos muito orgulho de fazer parte desse projeto, principalmente pelo importante trabalho de logística, que foi determinante para o sucesso deste grande empreendimento”, afirma Frederico Sanches Rezende. 
O diretor da GES Logística ressalta, ainda, ser uma grande satisfação participar de projetos voltados à sustentabilidade “Além de serem uma importante solução para atendimento das demandas por abastecimento energético, a indústria solar representa alternativas do ponto de vista econômico, social e ambiental”, conclui Frederico Sanches Resende.

Frederico Resende: Setor de logística vem consolidando compromisso com o meio ambiente

A última década foi de crescimento na indústria de energia fotovoltaica. Cada vez mais a demanda por estruturas voltadas à geração própria de energia vem aumentando, tendo em vista diversos fatores, como o custo reduzido e a questão ambiental.  
No exterior, empresas do setor de logística chegam a definir metas quantificáveis de projeção do clima, visando a redução da emissão de carbono na atmosfera. Para o diretor geral da GES Logística no Brasil, Frederico Sanches Resende, isso demonstra que o compromisso do setor com a preservação do meio ambiente vem sendo cada vez mais consolidado.
 
O serviço de logística para a indústria de energia solar
 
O crescimento da indústria de energia solar abriu um novo nicho de trabalho para o segmento de logística. No entanto, segundo Frederico Resende, é preciso que estes prestadores de serviço estejam preparados para atender as necessidades deste setor. “Previsão de logística, planejamento, design de embalagem e a otimização de contêineres são apenas algumas das maneiras como é possível ajudá-los a reduzir seus custos e torna-los mais eficientes”, diz.
Ainda segundo o diretor da GES Logística, com experiência adequada e entendimento dos requisitos da indústria solar é possível implementar as melhores práticas, desde o envio de matéria-prima e componentes, até a entrega módulos solares. “Isso significa ajudá-los a reduzir custos e aproveitar ao máximo as oportunidades, seja qual for o tamanho do negócio.
Frederico Sanchez Resende destaca a participação da GES Logística na construção, em 2016, do parque solar Lapa, localizado em Bom Jesus da Lapa, Bahia. Composto por duas usinas com capacidade total de 158 MW, é considerado o maior parque solar do País. 
“O projeto foi concluído com mais de dois meses de antecedência do prazo estabelecido pelas regras do Leilão de Energia de Reserva. Temos muito orgulho de fazer parte desse projeto, principalmente pelo importante trabalho de logística, que foi determinante para o sucesso deste grande empreendimento”, afirma Frederico Sanches Rezende. 
O diretor da GES Logística ressalta, ainda, ser uma grande satisfação participar de projetos voltados à sustentabilidade “Além de serem uma importante solução para atendimento das demandas por abastecimento energético, a indústria solar representa alternativas do ponto de vista econômico, social e ambiental”, conclui Frederico Sanches Resende.

Saiba como a pandemia impactou o setor de logística

Não somente a vida das pessoas está sendo impactada pela pandemia do novo Coronavírus. Os setores da economia, incluindo o segmento de logística e transporte, estão sendo diretamente afetados. Assim, as empresas estão precisando se reinventar, criando alternativas com foco na boa gestão da cadeia de suprimentos para minimizar as perdas gerar novas oportunidades.

Para o CEO da GES Logística no Brasil, Frederico Resende, entre os principais efeitos gerados pela pandemia no setor de logística está o aumento das vendas online. “O isolamento social durante a quarentena impôs o fechamento de maior parte das lojas físicas. Isso estimulou as pessoas a comprarem pelos meios digitais, exercendo uma pressão na cadeia logística”, afirma.

Frederico Sanchez Resende

Além disso, durante o período em que as lojas físicas não podiam ser abertas, pequenos lojistas encontraram nas grandes plataformas de venda eletrônica a solução para comercializar seus produtos. “Os marketplaces, que já tinham grande potencial de crescimento, acabaram se consolidando e, com consequência, tiveram que ampliar sua malha logística de distribuição”, destaca Frederico Resende.

No entanto, o boom de vendas online durante a pandemia trouxe, como consequência, o aumento de reclamações, sendo a maioria relacionada ao atraso na entrega, afirma Frederico Resende. “Mais um desafio que exige soluções rápidas e acertos nas operações, mas que trazem benefícios que ficarão enraizados. Exemplo disso são as novas rotinas de higienização para armazenamento, embalagem e transporte dos produtos”, frisa.

Outro ponto salientado pelo empresário Frederico Sanchez Resende foi o estreitamento das cadeias produtivas na primeira metade de 2020. “Podemos apontar como fatores responsáveis o fechamento de fronteiras e a queda no número de voos. Além disso, muitas indústrias foram obrigadas a suspender suas produções de forma provisória. Como ganho, tivemos o desenvolvimento de novas rotas logísticas originadas por este novo cenário”, ressalta. 

Hiperleds: a maior fábrica de luminárias com mais de 800 itens no catálogo Completo

Há dez anos no mercado e com mais de oitocentos itens no catálogo, a Hiperleds é uma empresa que estar presente com atendimento para todo o Brasil.

A maior fábrica de luminárias da América Latina está presente em todos os segmentos como: escolas, igrejas, shoppings, restaurantes, hotéis e materiais de construção e elétrico.

A empresa atende diretamente os lojistas para peças das partes residencial, empresarial e industrial. As compras podem ser feitas através do site https://hiperleds.meuspedidos.com.br/

Investindo cada vez mais em seu capital, a empresa adquiriu recentemente uma fábrica de oito mil metros no Paraguai, com um investimento de 50 milhões de dólares para uma capacidade de produção de oito mil peças dia em função de atender a alta demanda.

Hiperleds

A Hiperleds também está nas redes sociais e na conta oficial do Instagram é possível ver a apresentação de peças e conta com uma equipe ativa para atender sua demanda e fazer o seu orçamento.